sábado, 4 de setembro de 2010

Baú da Gesteira: Registos de Baptismo (Cadima) 1611-1620

Também ainda não foi neste período que o nome da aldeia foi registado nos registos de baptismo do couto de Cadima. Dos 270 registos estudados durante este período de 10 anos (mais 76 que o período anterior) surgiram algumas referência a novas localidades. Os nomes Maria e Manoel são os mais comuns.

Nomes de Baptismo
No que diz respeito aos nomes de baptismo, os mais comuns foram os seguintes:
  1. Manoel 23,5%
  2. Maria 20,5%
  3. Isabel 10,5%
  4. António 7,5%
  5. Ana 7%
  6. Francisco 6,5%
  7. Domingos 5%
  8. Catarina 3%
  9. Thomé 3%
No caso das meninas, os três nomes mais comuns foram Maria (20,5%), Isabel (10,5%) e Ana (7%). No caso dos rapazes, os três nomes mais comuns mudaram, e eram então Manoel (23,5%), António (7,5%) e Francisco (6,5%).
A quantidade de registos onde não foi possível ler o nome da criança baixou para 0%.
Foram baptizados 52% de rapazes, 48% de raparigas.

Quase metade das crianças do sexo feminino eram baptizadas com o nome de Maria (42%).
Quase metade das crianças do sexo masculino eram baptizadas com o nome Manoel (47%).

Localidades
A lista que segue apresenta as localidades e o seu peso no que diz respeito ao número de baptizados registados entre 1611 e 1620 (este será um bom indicador do tamanho e importância de cada localidade):
  1. Cadima 18,5%
  2. Zambujal 18%
  3. Guimera 18%
  4. Ribeira 17%
  5. Casal 9,5%
  6. Água Doce  5,5%
  7. Escoural 2%
  8. Olho 2%
  9. Póvoa 2%
  10. Aljuriça 1,5%
  11. Seixo 1%
  12. Taboeira 1%
  13. Lagoa Negra 0,5%
  14. Desconhecido 0,5%
  15. Braganção 0,5%
  16. Azenha 0,5%
  17. Corgo do Encheiro 0,5%
  18. Entre Águas 0,5%  
  19. Lagoa Seca 0,5%
  20. Vagos 0,5%
Cerca de 82% da população do couto de Cadima vivia nas aldeias de Zambujal, Guimera, Cadima, Casal e Ribeira. Na denominação de Ribeira incluo os registos de Ribeira, Ribeira da Fervença e Fervença, mas esta denominação era bem mais alargada e representava com certeza as populações que viviam junto às grandes e profundas ribeiras que cruzavam o couto.
Na denominação de Póvoa inclui-se os nomes de Póvoa, Póvoa da Ribeira, Córrego da Póvoa e Ribeira da Póvoa.

Curiosidades dos nomes de localidades durante este período:
  • Foi baptizada uma criança, cujo pai era natural de Vagos, a mãe era solteira, natural da Esgueira;
  • Em 1612 aparece a primeira referência à localidade de Pontes (Antónia, filha de Manoel Fernandes das Pontes);
  • Em 1614 aparece também a primeira referência à localidade do Olho. No mesmo registo a madrinha é da Ribeira da Graciosa;
  • Em 1616 a Azenha é referida como Azenha da Póvoa;
  • Em 1617 aparece uma referência a um padrinho dos Barrins (na altura denominada por Lombos dos Barris);
  • Também em 1617 aparece a referência a um padrinho da localidade da Córrega;
  • Em 1620, uma madrinha de baptismo é moradora no lugar das Palheiras (hoje denominada Palhagueira);
  • O facto de não haver quaisquer registos nalgumas localidades anteriormente referidas pode indicar que eram pouco povoadas (apenas uma ou duas casas) ou que estas se incluem por vezes na denominação de Ribeira. É o caso de Lagoa Negra, Entre Águas, Lagoa Seca, Corgo do Encheiro, por exemplo;
  • As "fronteiras" estariam pouco definidas, e poderia haver algumas deslocações dos habitantes de uma localidade para outra com alguma facilidade.

(A continuar a partir de 1621...)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sotaque da Gesteira: "Este fruto boleco não comerei!"

Boleco (lê-se "Bolêco") é mais uma das palavras relativamente comuns na nossa região, pela voz dos nossos avós e pais.

Nos dicionários on-line até se encontra a definição para o adjetivo, nomeadamente:

http://www.dicio.com.br/boleco/
http://lexico.universia.pt/boleco/
http://www.significadodepalavras.com.br/Boleco



Boleco é portanto, de acordo com esses dicionários, um adjetivo da zona da Bairrada (também usado na Gândara), e significa fruto arejado ou que amadureceu anormalmente, significa também fruto ressequido, sem substância, engelhado, murcho e quase seco ou oco.

Tem um significado semelhante a "chocho".

Exemplo:
"Não comas essas maçãs porque estão bolecas."






Lembro-me das laranjas bolecas, quando estas ficam moles, enrugadas, com a casca mole.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Baú da Gesteira: Registos de Baptismo (Cadima) 1601-1610

Ainda não foi neste período que o nome da aldeia foi usado nos registos de baptismo do couto de Cadima. No entanto, dos 194 registos estudados durante este período de 10 anos surgiu uma referência a um novo lugar, e continua a ser a era das Marias.

Nomes de Baptismo
No que diz respeito aos nomes de baptismo, os mais comuns foram os seguintes:
  1. Maria 18%
  2. António 16,5%
  3. Manoel 12,5%
  4. Isabel 8%
  5. Domingos 7%
  6. Francisco 6,5%
  7. Catarina 5,5%
  8. Ana 4,5%
  9. ilegíveis 4,5%
No caso das meninas, os três nomes mais comuns continuaram a ser Maria (18%), Isabel (8%) e Catarina (5,5%). No caso dos rapazes, os três nomes mais comuns mudaram, e eram então António (16,5%), Manuel (12,5%) e Domingos (7%).
A quantidade de registos onde não foi possível ler o nome da criança baixou para 4,5%.
Foram baptizados 55% de rapazes, 40% de raparigas, os restantes são registos onde não pode ler o nome.

Quase metade das crianças do sexo feminino eram baptizadas com o nome de Maria (45%).
Quase um terço das crianças do sexo masculina eram baptizadas com o nome António (30%).

Localidades
A lista que segue apresenta as localidades e o seu peso no que diz respeito ao número de baptizados registados entre 1601 e 1610.
  1. Zambujal 20,5%
  2. Guimera 20,5%
  3. Cadima 19%
  4. Ribeira 19%
  5. Casal 7,5%
  6. Escoural 2,5%
  7. Aljuriça 2,5%
  8. Água Doce 2,5%
  9. Seixo 1,5%
  10. Córrego do Enxieiro 1%
  11. Póvoa 0,5%
  12. Braganção 0,5%
  13. Azenha 0,5%
  14. Taboeira 0,5%
  15. Desconhecido 0,5%
Cerca de 85% da população do couto de Cadima vivia nas aldeias de Zambujal, Guimera, Cadima, Casal e Ribeira. Na denominação de Ribeira incluo os registos de Ribeira, Ribeira da Fervença e Fervença, mas esta denominação era bem mais alargada e representava com certeza as populações que viviam junto às grandes e profundas ribeiras que cruzavam o couto.

Curiosidades dos nomes de localidades durante este período:
  • Foi durante este período que se deixou de usar "Azambujal" e se passou a usar "Zambujal";
  • Em 1609 aparece a primeira referência à Taboeira;
  • O facto de não haver quaisquer registos nalgumas localidades anteriormente referidas pode indicar que eram pouco povoadas (apenas uma ou duas casas) ou que estas se incluem por vezes na denominação de Ribeira. É o caso de Lagoa Negra, Entre Águas, Lagoa Seca, por exemplo;
  • As "fronteiras" estariam pouco definidas, e locais como a Carvalheira, por exemplo estaria algumas vezes incluída na Guimera, dada a importância desta última.

(A continuar a partir de 1611...)

domingo, 8 de agosto de 2010

Sotaque da Gesteira: "És um atentareto!"

Lembro-me algumas vezes de expressões do meu falecido avô, coisas que na minha cabeça faziam sentido, mas se fossem ditas a uma criança do Porto, de Coimbra ou de Lisboa não deveriam fazer qualquer sentido.

Uma dessas palavras é "atentareto", palavra que vêm do verbo "atentar".

Ora, atentar significa:
[Dicionário da Língua Portuguesa, Porto Editora]
verbo transitivo, 1. observar com atenção; 2. ponderar, considerar;
verbo intransitivo, 3. cometer atentado.

[Dicionário Priberam da Língua Portuguesa - online]
verbo transitivo, 1. observar com tento; 2. atender a; 3. intentar.
verbo intransitivo, 4. cometer atentado; 5. ir de encontro a; 6. considerar.

[Wikcionário - http://pt.wiktionary.org/wiki/atentar]
verbo transitivo e intransitivo,
1. observar com atenção; 2. considerar; 3. cometer atentado; 4. fazer bagunça, pirraçar.

Apenas este último dicionário contém o significado do verbo usado pelo meu avô, atentar significava, de facto, fazer confusão, causar problemas, sobretudo associado a brincadeiras (de bom ou mau gosto), a pregar partidas.

Sendo assim, atentareto era a pessoa (geralmente uma criança, mas nem sempre) que pregava as partidas, que fazia as brincadeiras, que causava os problemas, um traquina.

Se gostares de pregar partidas és cá um atentareto...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Baú da Gesteira: Escola primária da Gesteira, ano lectivo de 1982/83


A escola primária da Gesteira, situada entre os terrenos do meu avô, Emídio Tabanez, e do ti Fernando Navalhas, funciona desde os anos 60, e será encerrada em breve por falta de alunos.
Esta foto (cortesia de Foto Primavera, José Carlos R. Brás, de Vila Nova de Gaia) foi no magusto de 1982.

Por trás ainda aparecem duas tradicionais "cabanas" de palhas e quatro pinheiros grandes que hoje já não existem. Aliás, a própria escola está hoje muito mudada, com um muro vedado, e com cedro no interior do pátio.

Gostaria de colocar o nome dos meus colegas na foto, e quem sabe, por onde andam hoje, se alguém puder ajudar agradecia.

De cócoras, da esquerda para a direita:
Fernando, Henrique Vinagreiro, Nuno Silva, Paulo, ?, ?, Bacia de Castanhas, Ulisses Teixeira, Paulo, Pedro

De pé, da esquerda para a direita:
André (filho da professora), ?, Duarte Taboeira, ?, ?, Paula Navalhas, Susana, Cristina, Dulce, Bento, ?, ?, ?, ?, ?, ?, ?, Professora, Fernando Bento, ?, ?, Maria do Céu

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Flora da Gesteira: Papoilas de vermelho garrido

A flora da Gesteira é composta por largas centenas de plantas e flores, selvagens, coloridas e mais bonitas umas que as outras. Uma das principais e mais vistosas plantas que nasce nos campos e na beira dos caminhos é a papoila, papoila-brava, ou papoila-das-searas [Papaver rhoeas L.], também conhecida pelas designações de Papoila; Papoila-brava; Papoila-ordinária; Papoila-rubra; Papoila-vermelha; Papoila-vulgar; entre outros, é uma planta da família Papaveraceae .

Embora não haja muitas certezas sobre o lugar de origem da planta, há quem sustente que é originária da região do Mediterrâneo Oriental e que terá sido introduzida na Europa e noutras regiões do globo com a expansão da cultura dos cereais. Mesmo que assim seja, certo é que ela ocorre, actualmente, não só em terrenos cultivados, mas também em terrenos incultos e em pousio e não hesita em "plantar-se" à beira de estradas e caminhos. Não sei se para ver quem passa, se para exibir a sua beleza e ser vista por quem passa.
Em Portugal distribui-se por todo o Continente e pelos arquipélagos dos Açores e Madeira.
As suas pétalas são usadas em fitoterapia, geralmente sob a forma de infusão, como sedativo em situações de ansiedade e de perturbação do sono.

Na Gesteira esta planta existe e persiste, quer umas papoilas com pétalas mais alaranjadas, quer umas papoilas mais imponentes com um vermelho aveludado e garrido.
Esta planta, pela sua beleza natural, tem alimentado também crenças populares e entrou na cultura lusitana, senão vejamos, por exemplo, uma cantiga popular que se ouvia na Gesteira há uns anos atrás:

O Ti Zé da horta
foi aos agriões
ao saltar a vala
caiu-lhe os calções.

O Ti Zé da horta
foi às papoilas
ao saltar a vala
caiu-lhe as ceroulas. (ciroilas)

(Referência: http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.com/2010/07/papoila-das-searas-papaver-rhoeas.html)

sábado, 19 de junho de 2010

Baú da Gesteira: Registos de Baptismo (Cadima) 1573-1600 - parte II

No seguimento da mensagem anterior exponho aqui dois tipos de dados: os nomes de baptismo da época e a distribuição dos mesmo baptismos pelas aldeias que então compunham o couto de Cadima.

Nomes de Baptismo
No que diz respeito aos nomes de baptismo (com mais ou menos precisão) a sua distribuição foi a seguinte: Para as mulheres, os três nomes mais comuns eram então Maria (15%), Isabel (10%) e Catarina (6%). No caso dos homens, os três nomes mais comuns eram Francisco (9%), Manuel (8%) e António (8%).
Em cerca de 16% dos casos não me foi possível ler o nome de baptismo.

Naquele tempo, uma em cada três crianças dos sexo feminino era baptizada com o nome de Maria.

Localidades
O couto de Cadima era uma área Gandaresa muito vasta, que então englobava o que são hoje as freguesias de Cadima e da Sanguinheira. Antes de 1600 muitas das localidades que hoje existem nestas freguesias, ou não existiam, ou então tinham nomes diferentes. A lista que segue apresenta as localidades e o seu peso no que diz respeito ao número de baptizados registados entre 1573 e 1600.

As 5 aldeias do Zambujal (sobretudo denominada na altura por Azambujal), Guimera, Cadima, Casal e Fervença (denominada muitas vezes de Ribeira) representariam cerca de 80% da população do couto de Cadima. Isto sem contar com os quase 13% de registos onde não é possível ver o local de naturalidade.
Há também a registar um baptizado de uma criança que não era natural do couto (Lemede) e o nome diferente de algumas localidades que ainda hoje existem (Póvoa, Lagoa Negra, Entraguas, Aljuriça, etc.)

terça-feira, 15 de junho de 2010

Baú da Gesteira: Registos de Baptismo (Cadima) 1573-1600 - parte I

O Concílio de Trento, realizado de 1545 a 1563, foi o 19º concílio ecuménico. É considerado um dos três concílios fundamentais na Igreja Católica. Foi convocado pelo Papa Paulo III para assegurar a unidade da fé e a disciplina eclesiástica, no contexto da Reforma da Igreja Católica e a reação à divisão então vivida na Europa devido à Reforma Protestante, razão pela qual é denominado como Concílio da Contra-Reforma.

Para além de muitas decisões importantes que moldaram a igreja católica desde então, este Concílio teve especial importância para os pesquisadores de genealogia devido a uma das suas mais importantes resoluções, esta determinava que todas as crianças, para serem baptizadas na igreja católica deveriam possuir um nome cristão e um sobrenome de família, o uso de sobrenomes familiares foi então implantado definitivamente. E passou a registar-se os bapstizados, óbitos e casamentos.

Numa tentativa exaustiva de leitura dos registos paroquiais de baptismo da “antiga” freguesia de Cadima, cheguei finalmente ao ano de 1600. Apresento aqui alguns números e algumas curiosidades.
  • O primeiro registo de baptismo em Cadima foi registado a 30 de Setembro de 1573.
  • Desde essa data até ao final do ano de 1600 foram baptisadas 583 crianças (cerca de 22 crianças por ano).
  • Dessas crianças, 257 eram do sexo masculino, 231 do sexo feminino e 95 não é possível saber por ser ilegível.
  • Naquela altura não era muito comum referir o nome da mãe, dos 583 assentos de baptismo 278 não referiam o nome da mãe (quase 50%).
  • A localidade mais referida nos assentos é o Zambujal (ou Azambujal como se dominava naquela altura) com 158 baptisados.
  • O nome de baptismo mais comum é Maria, nada que nos surpreenda, com 85 baptisados.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Baú da Gesteira: Património Cultural

No seguimento do artigo sobre o “homem do corno”, vou descrever um pouco do que era vida na Gesteira há mais de 100 anos. Mais uma vez baseado no trabalho da tia Maria, e no que lhe fora contado pela minha bisavó Maria “Maranhoa”.

Segundo a minha bisavó, nascida em 1890, a Gesteira tinha ainda poucas casas no século XIX. Ela ficou orfã muito jovem e foi adoptada por um casal já idoso da Gesteira. Este casal criou a minha bisavó e contaram-lhe que havia muitas Giestas no local, e que grande parte do solo não era cultivado (era baldio). Os Gesteireses começaram a cercar e cultivar os terrenos, bem como a construir novas habitações.

Nessa altura cultivavam linho, e fiavam com teares manuais, faziam cmisas de linho largas e muito soltas, que lhes serviam de túnicas ou vestido, apertando-as com um colete até à cintura.

Este seria o traje dos mais jovens, que naquela altura passavam o tempo a guardar ovelhas até cerca dos 18 anos.

Os trabalhadores daquela época usavam camisas de pano crú. Os mais idosos usavam camisas de riscado, ceroulas de pano cru, e barrete. As senhoras vestiam blusas e saias de riscado, lenço e chapéu.

Traje domingueiro de homem: camisa de cabecilho, calças de burel e gabão.

Traje domingueiro de mulher: blusa de chita, saia de burel e tricanas.

Já então frequentavam os bailes, que ocorriam em casas particulares, ao toque de flautas, e mais tarde ao toque de pequenas consertinas, também conhecidas por “sanfonas”.

Nesses bailes, danaçava-se então a farrapeira, o rodízio, o verde-gaio, o vira, etc.

Farrapeira cantada pela minha bisavó:
Farrapeira velha balseada, valha Deus como ela é.
Faz fugir as velhas todas, lá pró canto da chaminé.
Chamaste-me farrapeira, eu não vivo de farrapos.
Tenho aqui uma saia nova, toda cheia de buracos.


No vira havia sempre um par de voluntários que cantavam ao desafio (normalmente um cantador e uma cantadeira), os pais da minha bisavó faziam parte destes animadores de festas.

Já exisitam também as festas tradicionais dos santos populares, nos lugares vizinhos, onde as pessoas íam levando a merenda, o vinho da região, geralmente transportado num corno de animal bovino, tratado e com uma correia para facilitar o transporte. E daqui surge a história do “homem do corno”.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Obrigado

Já lá vão 4 meses que iniciei este espaço. Já cá estão 22 artigos. Já cá se receberam 1000 visitas. A todos os que têm acompanhado o blog, e que me têm dado incentivo para continuar, queria deixar o meu Muito Obrigado! Voltem sempre e deixem também a vossa marca.